segunda-feira, 30 de março de 2009

Vamos fazer justiça

Tudo bem que o Rubinho Barrichello nunca foi um Michael Schumacher ou um Juan Manuel Fanjo (maiores vencedores da maior categoria do automobilismo, com 12 títulos somados), mas vamos combinar que o piloto da Braw GP não é nenhum Satoro Nakajima (maior barbeiro da história da F1).

A segunda colocação de Barrichello na primeira corrida da temporada 2009, na Austrália, prova que o piloto merecia um pouco mais de respeito do público brasileiro e, em especial, da midia esportiva. Limitado ou não, o piloto brasileiro ajudou Schumacher na conquista de cinco títulos mundiais e isso foi comprovado em um GP da Austria, em que Schummy passou Rubinho nos últimos 200 metros e, constrangido, chamou o brasileiro para dividir o lugar no pódium em meados desta década.

Ademais, só para se ter uma idéia, Barrichello já foi vice em uma temporada, assim como Massa, o que para ele representa um título, afinal a equipe trabalhava única e exclusivamente pelo alemão.

Não sou advogado de defesa de Rubinho, mas desejo apenas que os colegas jornalistas tenham mais respeito com o desportista.

Um comentário:

Daniel disse...

Faço coro às suas palavras, Gabriel. Rubinho merece sim mais respeito e apoio do povo brasileiro. Embora ele não seja nenhum Ayrton Senna, é um exemplo positivo para todos nós!
Abraço
Daniel