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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
O bloco racista ainda não faliu, infelizmente
Por Alexandre Santana*
Nos últimos dias, têm circulado notícias sobre o cancelamento de desfiles de blocos considerados tradicionais no carnaval de Salvador. Os mesmos blocos em que, há alguns anos, para ter o “privilégio” de ser associado era preciso preencher a uma ficha socioeconômica e anexar uma foto 3x4, em alguns casos. Ai já viu: pretos e moradores de bairros periféricos não eram aceitos. Pois bem. Os blocos, ao que parece, estão falidos. Mas os seus foliões racistas continuam por aí.
Ontem (31/01/2017) fui ao cinema com a minha companheira Thaís da Paixão assistir ao documentário “Axé – Canto do Povo de um Lugar” (por sinal, parabéns a Chico Kertész, James Martins e à turma da Macaco Gordo pelo excelente material; talvez escreva minhas impressões sobre o filme depois) e tivemos momentos tensos antes de poder sentar e desfrutar do nosso lazer.
Chegamos quase no horário do filme e corremos para comprar os ingressos no guichê eletrônico. Confesso que fiquei feliz em ver que praticamente todos os lugares já estavam reservados para assistir a uma produção local. Por isso, só conseguimos comprar os lugares D 8 e D9, fila que, apesar de ficar na parte da frente, nos garante uma boa e confortável visão da tela.
Por conta da demora do atendimento na fila da pipoca, quando entramos na sala o filme já havia começado. Procuramos nossos lugares e percebemos que eles já estavam ocupados por duas senhoras com cara de folionas dos blocos racistas falidos. Nos dirigimos às mesmas e mostramos que aqueles lugares tinham sido comprados por nós. Primeiro elas fizeram cara de paisagem, depois quiseram meter o “migué” de que estavam nos assentos certos sim. Foi aí que eu tirei os ingressos do bolso, acendi a lanterna do celular e provei que elas estavam erradas.
Para minha surpresa, as duas resistiram e disseram que era pra gente sentar na fileira de trás, que ainda não estava ocupada. Educamente, expliquei para ela que praticamente todas as cadeiras já estavam compradas e que, se alguém deveria trocar de lugar, deveriam ser elas. Aí as duas senhoras loiras que inclusive carregavam sacolas de lojas de grife não gostaram e disseram que era um absurdo. Thaís então disse pra elas que a gente iria sentar ali e pronto. “É muito desaforo”, disparou uma delas. Já pegando ar e me controlando para não perder a razão, pedi novamente para que se levantassem.
Foi aí que, olhando para Thaís de cima abaixo e com ar de desprezo, uma delas soltou: “veja bem, acho que você não está acostumada a frequentar cinema, teatro, esses lugares...” Amigos, confesso que a minha vontade foi de apenas dar um monte de murro na cara dela (enquanto escrevo meu sangue ainda ferve), mas me controlei e apenas questionei: “Não entendi por quê a senhora se dirigiu a ela nesse tom. Porque você acha que ela não frenquenta cinemas?” Acho que ela naquele momento ela lembrou que racismo é crime, engoliu a arrogância e se picou para sentar em outro lugar.
Levamos alguns minutos para digerir aquilo tudo. Um casal de idosos que estava sentado ao nosso lado – e que foi atrapalhado de assistir ao filme por causa da confusão – esperou a sessão acabar para nos dizer que gostaram da nossa postura e que perceberam o tom racista daquelas mulheres. Voltamos para casa e não tocamos no assunto. Mas dormi e acordei ainda com ódio das folinas racistas dos blocos falidos que continuam tentanto nos empurrar para fora da corda.
Ps: se você leu até o final e acha que a gente vê racismo em tudo, vá se lenhar!
*Alexandre Santana é jornalista, músico e uma figura super do bem
Nos últimos dias, têm circulado notícias sobre o cancelamento de desfiles de blocos considerados tradicionais no carnaval de Salvador. Os mesmos blocos em que, há alguns anos, para ter o “privilégio” de ser associado era preciso preencher a uma ficha socioeconômica e anexar uma foto 3x4, em alguns casos. Ai já viu: pretos e moradores de bairros periféricos não eram aceitos. Pois bem. Os blocos, ao que parece, estão falidos. Mas os seus foliões racistas continuam por aí.
Ontem (31/01/2017) fui ao cinema com a minha companheira Thaís da Paixão assistir ao documentário “Axé – Canto do Povo de um Lugar” (por sinal, parabéns a Chico Kertész, James Martins e à turma da Macaco Gordo pelo excelente material; talvez escreva minhas impressões sobre o filme depois) e tivemos momentos tensos antes de poder sentar e desfrutar do nosso lazer.
Chegamos quase no horário do filme e corremos para comprar os ingressos no guichê eletrônico. Confesso que fiquei feliz em ver que praticamente todos os lugares já estavam reservados para assistir a uma produção local. Por isso, só conseguimos comprar os lugares D 8 e D9, fila que, apesar de ficar na parte da frente, nos garante uma boa e confortável visão da tela.
Por conta da demora do atendimento na fila da pipoca, quando entramos na sala o filme já havia começado. Procuramos nossos lugares e percebemos que eles já estavam ocupados por duas senhoras com cara de folionas dos blocos racistas falidos. Nos dirigimos às mesmas e mostramos que aqueles lugares tinham sido comprados por nós. Primeiro elas fizeram cara de paisagem, depois quiseram meter o “migué” de que estavam nos assentos certos sim. Foi aí que eu tirei os ingressos do bolso, acendi a lanterna do celular e provei que elas estavam erradas.
Para minha surpresa, as duas resistiram e disseram que era pra gente sentar na fileira de trás, que ainda não estava ocupada. Educamente, expliquei para ela que praticamente todas as cadeiras já estavam compradas e que, se alguém deveria trocar de lugar, deveriam ser elas. Aí as duas senhoras loiras que inclusive carregavam sacolas de lojas de grife não gostaram e disseram que era um absurdo. Thaís então disse pra elas que a gente iria sentar ali e pronto. “É muito desaforo”, disparou uma delas. Já pegando ar e me controlando para não perder a razão, pedi novamente para que se levantassem.
Foi aí que, olhando para Thaís de cima abaixo e com ar de desprezo, uma delas soltou: “veja bem, acho que você não está acostumada a frequentar cinema, teatro, esses lugares...” Amigos, confesso que a minha vontade foi de apenas dar um monte de murro na cara dela (enquanto escrevo meu sangue ainda ferve), mas me controlei e apenas questionei: “Não entendi por quê a senhora se dirigiu a ela nesse tom. Porque você acha que ela não frenquenta cinemas?” Acho que ela naquele momento ela lembrou que racismo é crime, engoliu a arrogância e se picou para sentar em outro lugar.
Levamos alguns minutos para digerir aquilo tudo. Um casal de idosos que estava sentado ao nosso lado – e que foi atrapalhado de assistir ao filme por causa da confusão – esperou a sessão acabar para nos dizer que gostaram da nossa postura e que perceberam o tom racista daquelas mulheres. Voltamos para casa e não tocamos no assunto. Mas dormi e acordei ainda com ódio das folinas racistas dos blocos falidos que continuam tentanto nos empurrar para fora da corda.
Ps: se você leu até o final e acha que a gente vê racismo em tudo, vá se lenhar!
*Alexandre Santana é jornalista, músico e uma figura super do bem
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Jornalistas debatem o futuro da profissão durante encontro nesta quarta-feira (25)
Um grupo de jornalistas que atuam em Salvador vai promover, nesta quarta-feira (25), um encontro para debater o futuro da profissão. O evento, que é aberto a profissionais de comunicação, será realizado na sede da Fundação Luís Eduardo Magalhães, em Amaralina, às 19h30.
Na oportunidade, serão discutidos temas como precarização da mão-de-obra, condições de trabalho, falta de apoio jurídico, perspectivas com a Reforma da Previdência, convergência de mídia, dentre outros temas que serão abordados em um grande seminário a ser realizado ainda no primeiro semestre deste ano.
A entrada é gratuita e o jornalista interessado deve procurar os facilitadores Yuri Almeida 71 99249-1048, Gabriel Carvalho 71 99132-3560 e Jeremias Silva 71 9665-2871.
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Baiana vence a pobreza e conclui curso de piloto de aeronaves
Layana Cardoso venceu todas as dificuldades
Gabriel Carvalho
Layana Cardoso tem 24 anos,
mas há quatro sua vida começou a mudar. Garota de infância pobre, negra e filha
de mãe solteira, a comissária de bordo e agora piloto de aeronaves encontrou na
aviação o caminho para alcançar a realização pessoal e profissional.
Nascida e criada na cidade de
Serrinha, localizada no Território do Sisal (distante 160km de Salvador),
em pleno Sertão da Bahia, Layana aprendeu desde cedo a passar por cima das
dificuldades. Após completar 18 anos, ela arriscou a sorte participando de
concursos de beleza, mas foi aos 21 que viu a vida começar a tomar outro curso.
Antes disso, porém, a jovem sonhava
em integrar a Força Aérea Brasileira, e chegou a frequentar o curso de
Engenharia Elétrica em uma faculdade de Salvador, mesmo morando com os tios na
cidade de Camaçari, a aproximadamente 40km da capital. “Vi que não era muito a
minha e comecei a vasculhar cursos de comissária de bordo. Já estabelecida no
mercado e trabalhando, resolvi ir atrás do meu sonho, que era o de ser piloto”,
disse.
Layana é filha de mãe solteira e teve infância pobre
Ela lembra que começou o curso
de piloto com 22 colegas – todos homens -
e acabou tendo aulas sozinha, “pois todos foram abandonando o curso e eu
persisti, pois estava focada e queria vencer”, afirmou.
Atualmente, Layana mora
sozinha e, nos últimos três anos, alternou seus pousos em São Paulo, no Rio de
Janeiro e em Curitiba. Apesar da solidão, com o namorado morando em outro país
e a mãe na Bahia, Layana segue firme em seus propósitos e sacrifica o orçamento
pessoal para custear as caríssimas horas de voo que precisa acumular para
ganhar experiência na nova carreira.
sábado, 29 de março de 2014
OPINIÃO: Avianca não está bem com o Nordeste
Gabriel Carvalho*
Depois de declarações bizarras de um jumento (com todo o
respeito ao animal), ou melhor piloto, que ofendeu o povo nordestino ao relatar
a má prestação de um serviço em um restaurante da Paraíba, a companhia aérea
Avianca, que tem bons serviços de bordo, diga-se de passagem, continuou com a
sua agonia com a Região Nordeste do Brasil.
Um pouso forçado em Brasília, após decolar de Pernambuco e
uma parada de emergência no Ceará marcam uma série de experiências desastrosas
da empresa com os nordestinos.
A primeira foi relatada na Folha de São Paulo pelo
ex-deputado federal, Edson Duarte (PV), que comparou os preços da companhia com
os de uma viagem para o Caribe. É isso mesmo: o trecho de Brasília para
Petrolina, cidade do Sertão de Pernambuco, custava a mesma coisa que ir para
Cancun. A empresa justificou a questão de custos e fez um trololó (sic) que
acabou não convencendo a ninguém.
Em seguida veio o piloto, que detonou o povo da região em
sua página no Facebook, adjetivando-os de burros, porcos e outras coisas mais
pejorativas. A empresa fez o que era esperado e afastou o funcionário
preconceituoso.
E, por último, os episódios da parada de emergência e pouso forçado já relatados acima.
O que resta à companhia, além de reforçar a retratação que
já fora feita com o povo do Nordeste, é procurar os manuais de gerenciamento de
crise e apelar para Padre Cícero, que viveu no Sertão do Cariri, no Ceará, Frei
Damião, que era italiano, mas passou a vida em Pernambuco e Irmã Dulce, freira
baiana beatificada pelo Vaticano.
*Gabriel Carvalho é jornalista, publicitário e especialista
em Redes Sociais Digitais e Assessoria de Imprensa
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Unime lança curso de Medicina em Lauro de Freitas
Neste mês de fevereiro, a UNIME Lauro de Freitas apresenta uma grande novidade para a comunidade: a oferta da graduação de Medicina no portfólio de cursos da unidade. O bacharelado foi autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 30 de janeiroe será oferecido em período integral, com 7.610 horas e duração de 12 semestres (seis anos), com início das aulas previsto para 31 de março. Os candidatos poderão se inscrever até 10 de março para o vestibular que acontecerá nos dias 15 e 16 de março e, ainda,contar com o programa do governo federal Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Mais informações pelo telefone 0800 283 1010 ou no site www.vestibularja.com.br.
Diante desse cenário de oportunidades e alinhada à postura de vanguarda, sempre com foco na democratização e no acesso à educação, a UNIME Lauro de Freitas se torna a primeira instituição de ensino a oferecer a graduação na cidade e a quarta no estado.A matriz curricular do curso será constituída de disciplinas como: ética, política e sociedade, metabolismo, fundamentos da gestão clínica e hospitalar, farmacologia aplicada, medicina legal, clínica cirúrgica, medicina de emergência, entre outras.
Para o coordenador do curso e doutorem Nefrologia pela Universidade Federal de São Paulo, Paulo Benigno Pena Batista, o programa de Medicina da UNIMELauro de Freitas prepara o aluno para além dos conhecimentos técnicos. “A graduação proporcionará uma formação humanizada, com metodologias ativas que permitem um melhor aproveitamento das atividades práticas, com respeito às diretrizes da Associação Brasileira de Ensino de Medicina (ABEM) e do MEC, preparando o acadêmico, inclusive, para as politicas públicas de melhorias da saúde.”
Com um quadro de docentes experiente e qualificado, convênios com a rede pública e também hospitais privados, o bacharelado da UNIME Lauro de Freitas disponibiliza quatro laboratórios exclusivos para os estudantes do novo curso. “Para a graduação de Medicina foram construídas áreas específicas, como salas tutoriais, laboratórios morfofuncionais e de habilidades médicas, além da modernização do laboratório de habilidades cirúrgicas”,destaca o coordenador.
Serviço
Vestibular | Medicina UNIME Lauro de Freitas
Inscrições:até 10 de março
Exames: dias 15 e 16 de março (duração 4 horas)
Informações: www.vestibularja.com.br
Diante desse cenário de oportunidades e alinhada à postura de vanguarda, sempre com foco na democratização e no acesso à educação, a UNIME Lauro de Freitas se torna a primeira instituição de ensino a oferecer a graduação na cidade e a quarta no estado.A matriz curricular do curso será constituída de disciplinas como: ética, política e sociedade, metabolismo, fundamentos da gestão clínica e hospitalar, farmacologia aplicada, medicina legal, clínica cirúrgica, medicina de emergência, entre outras.
Para o coordenador do curso e doutorem Nefrologia pela Universidade Federal de São Paulo, Paulo Benigno Pena Batista, o programa de Medicina da UNIMELauro de Freitas prepara o aluno para além dos conhecimentos técnicos. “A graduação proporcionará uma formação humanizada, com metodologias ativas que permitem um melhor aproveitamento das atividades práticas, com respeito às diretrizes da Associação Brasileira de Ensino de Medicina (ABEM) e do MEC, preparando o acadêmico, inclusive, para as politicas públicas de melhorias da saúde.”
Com um quadro de docentes experiente e qualificado, convênios com a rede pública e também hospitais privados, o bacharelado da UNIME Lauro de Freitas disponibiliza quatro laboratórios exclusivos para os estudantes do novo curso. “Para a graduação de Medicina foram construídas áreas específicas, como salas tutoriais, laboratórios morfofuncionais e de habilidades médicas, além da modernização do laboratório de habilidades cirúrgicas”,destaca o coordenador.
Serviço
Vestibular | Medicina UNIME Lauro de Freitas
Inscrições:até 10 de março
Exames: dias 15 e 16 de março (duração 4 horas)
Informações: www.vestibularja.com.br
domingo, 15 de dezembro de 2013
Insatisfeitos, tricolores postam supostos uniformes da Adidas nas redes sociais
Insatisfeitos com as camisas fornecidas pela Nike/Netshoes, torcedores do Esporte Clube Bahia estão utilizando o site de relacionamentos Facebook para postar os uniformes desejados com a marca do principal concorrente da multinacional norte-americana de material esportivo: a Adidas. A empresa é a mesma que estampava a marca no manto tricolor em 1988, ano da conquista do Campeonato Brasileiro do clube.
Tricolores e brancas com detalhes em azul e vermelho, as camisas imaginárias tomaram conta das redes sociais neste sábado (14). Embora haja o desejo dos torcedores, a assessoria do Bahia não confirma negociação com a fornecedora alemã e, para atrapalhar os sonhos da massa, o clube tem um contrato de mais dois anos com a Nike.
Questões contratuais à parte, a verdade é que a insatisfação com a empresa americana é grande entre dirigentes e torcedores de Bahia, Coritiba e Santos. Com o tricolor baiano, a fornecedora de material esportivo cometeu uma série de gafes.
A primeira delas foi, em 2012, a quase repetição do uniforme número um da antiga fabricante, a Lotto. Antes disso, a Netshoes passou um período de quase três meses sem enviar as camisas, com o clube jogando com um material fabricado em um “fundo de quintal”. Em seguida, a Nike lançou o terceiro uniforme do time com uma camisa que mais parecia uma ponta de estoque do Arsenal, além de retardar ao máximo a divulgação do segundo padrão, que com a ausência da cor branca na camisa deixou muita gente frustrada.
No ano de 2013, a multinacional apresentou a camisa tradicional com diversas mudanças e, pouco tempo depois, um suposto uniforme com tons que estavam mais para rubro-negro do que tricolor surgiu na web, apressando o lançamento da camisa três, que possui um efeito dégradée nas cores azul e rosa. Este exemplar, entretanto, é uma cópia idêntica da camisa do Freiburg FC, da Alemanha.
O pacote de trapalhadas da empresa com o time de maior torcida da Bahia em 2013 foi o vazamento da camisa tricolor, com mais de seis meses de atraso do lançamento – que sequer ocorreu.
Por fim, a empresa, que está no segundo ano – de um total de quatro – de contrato com o Bahia nem sequer cogitou o lançamento de uma camisa retrô, que faz bastante sucesso entre os torcedores e que até agora só tem versões piratas da Adidas.
Tricolores e brancas com detalhes em azul e vermelho, as camisas imaginárias tomaram conta das redes sociais neste sábado (14). Embora haja o desejo dos torcedores, a assessoria do Bahia não confirma negociação com a fornecedora alemã e, para atrapalhar os sonhos da massa, o clube tem um contrato de mais dois anos com a Nike.
Questões contratuais à parte, a verdade é que a insatisfação com a empresa americana é grande entre dirigentes e torcedores de Bahia, Coritiba e Santos. Com o tricolor baiano, a fornecedora de material esportivo cometeu uma série de gafes.
A primeira delas foi, em 2012, a quase repetição do uniforme número um da antiga fabricante, a Lotto. Antes disso, a Netshoes passou um período de quase três meses sem enviar as camisas, com o clube jogando com um material fabricado em um “fundo de quintal”. Em seguida, a Nike lançou o terceiro uniforme do time com uma camisa que mais parecia uma ponta de estoque do Arsenal, além de retardar ao máximo a divulgação do segundo padrão, que com a ausência da cor branca na camisa deixou muita gente frustrada.
No ano de 2013, a multinacional apresentou a camisa tradicional com diversas mudanças e, pouco tempo depois, um suposto uniforme com tons que estavam mais para rubro-negro do que tricolor surgiu na web, apressando o lançamento da camisa três, que possui um efeito dégradée nas cores azul e rosa. Este exemplar, entretanto, é uma cópia idêntica da camisa do Freiburg FC, da Alemanha.
O pacote de trapalhadas da empresa com o time de maior torcida da Bahia em 2013 foi o vazamento da camisa tricolor, com mais de seis meses de atraso do lançamento – que sequer ocorreu.
Por fim, a empresa, que está no segundo ano – de um total de quatro – de contrato com o Bahia nem sequer cogitou o lançamento de uma camisa retrô, que faz bastante sucesso entre os torcedores e que até agora só tem versões piratas da Adidas.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFBA celebra 40 anos
Mais de 300 doutores e quase 800 mestres - entre acadêmicos e profissionais – formados ao longo de 40 anos de existência, além de uma vasta produção teórica de seu corpo docente colocam o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (PPGSC-ISC/UFBA) como um dos principais em atividade no país e único detentor da nota 7, conceito máximo concedido pela CAPES, entre os demais da região Norte e Nordeste. Para celebrar o aniversário, o PPGSC-ISC/UFBA organiza um ciclo de debates comemorativo que terá a presença de pesquisadores locais, nacionais e internacionais até novembro. A primeira mesa vai discutir os sentidos da ciência e acontece nesta sexta-feira, 27, a partir das 8 horas.
Para a professora Maria da Glória Teixeira, coordenadora do programa, o PPGSC-ISC/UFBA se consolidou no cenário acadêmico ao buscar ser, desde a criação do mestrado em Saúde Comunitária ainda na Faculdade de Medicina, um espaço aberto ao debate de ideias e promotor da investigação científica e da formação de sujeitos em prol das melhorias das condições de saúde da população. Outro ponto de excelência destacado é a valorização da interdisciplinaridade. “Buscamos um desafio constante em concretizar esta prática nos Programas Integrados do qual participa toda a comunidade do ISC” .
A abertura do ciclo contará com a presença da professora Esther Diaz, da Universidad Nacional de Lanús, da Argentina, e do professor Olival Freire Júnior, do Instituto de Física, da UFBA, que vão discutir os sentidos da produção científica. As demais atividades vão ocorrer nos meses de outubro e novembro e abordarão a avaliação da produção científica, perspectivas das pesquisas em doenças crônicas em nível global e os impactos no SUS e uma reflexão sobre a própria formação acadêmica oferecida pelo programa.
Quarenta anos do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia
Dias 27/09; 18/10; 1º/11 e 08/11
Auditório Guilherme Rodrigues da Silva
Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA)
Rua Basílio da Gama, s/n - Campus Universitário Canela - Salvador
Programação
Dia 27/09
8h - Mesa de Abertura
8h30 – Café Comemorativo
9h – Painel: Os Sentidos da Ciência
Palestrantes:
Profª. Esther Díaz –Universidad Nacional de Lanús (ARG)
Prof. Olival Freire Júnior – Instituto de Física/UFBA
Prof. Naomar de Almeida Filho –ISC/UFBA (Coordenador)
Dia 18/10
9h – Painel: Avaliação da Produção Científica
Palestrantes:
Profª. Rita de Cássia Barata – Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Prof. Manoel Barral Netto - Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz/Fiocruz-BA
Prof. Mauricio Lima Barreto – ISC/UFBA (Coordenador)
Dia 1º/11
9h – Painel: Pesquisa em doenças crônicas: Uma perspectiva global
Palestrantes:
Prof. Neil Pearce - London School of Hygiene and Tropical Medicine
Profª. Estela Aquino – ISC/UFBA
Prof. Mauricio Lima Barreto – ISC/UFBA (Coordenador)
14h – Painel: Contribuição da pesquisa em Saúde Coletiva para o SUS
Palestrantes:
Prof. Moises Goldbaum – (FM/USP)
Prof. Reinaldo Guimarães – Fiocruz/RJ
Prof. Sebastião Loureiro – ISC/UFBA (Coordenador)
Dia 08/11
9h - Painel: Reflexões sobre a formação oferecida pelo PPGSC-ISC-UFBA
Palestrantes:
Prof. Naomar de Almeida Filho – ISC/UFBA
Prof. Eduardo Luiz Andrade Mota – ISC/UFBA
Profª. Mônica Oliveira Nunes – ISC/UFBA
Prof. Jairnilson Silva Paim – ISC/UFBA (Coordenador)
Para a professora Maria da Glória Teixeira, coordenadora do programa, o PPGSC-ISC/UFBA se consolidou no cenário acadêmico ao buscar ser, desde a criação do mestrado em Saúde Comunitária ainda na Faculdade de Medicina, um espaço aberto ao debate de ideias e promotor da investigação científica e da formação de sujeitos em prol das melhorias das condições de saúde da população. Outro ponto de excelência destacado é a valorização da interdisciplinaridade. “Buscamos um desafio constante em concretizar esta prática nos Programas Integrados do qual participa toda a comunidade do ISC” .
A abertura do ciclo contará com a presença da professora Esther Diaz, da Universidad Nacional de Lanús, da Argentina, e do professor Olival Freire Júnior, do Instituto de Física, da UFBA, que vão discutir os sentidos da produção científica. As demais atividades vão ocorrer nos meses de outubro e novembro e abordarão a avaliação da produção científica, perspectivas das pesquisas em doenças crônicas em nível global e os impactos no SUS e uma reflexão sobre a própria formação acadêmica oferecida pelo programa.
Quarenta anos do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia
Dias 27/09; 18/10; 1º/11 e 08/11
Auditório Guilherme Rodrigues da Silva
Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA)
Rua Basílio da Gama, s/n - Campus Universitário Canela - Salvador
Programação
Dia 27/09
8h - Mesa de Abertura
8h30 – Café Comemorativo
9h – Painel: Os Sentidos da Ciência
Palestrantes:
Profª. Esther Díaz –Universidad Nacional de Lanús (ARG)
Prof. Olival Freire Júnior – Instituto de Física/UFBA
Prof. Naomar de Almeida Filho –ISC/UFBA (Coordenador)
Dia 18/10
9h – Painel: Avaliação da Produção Científica
Palestrantes:
Profª. Rita de Cássia Barata – Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Prof. Manoel Barral Netto - Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz/Fiocruz-BA
Prof. Mauricio Lima Barreto – ISC/UFBA (Coordenador)
Dia 1º/11
9h – Painel: Pesquisa em doenças crônicas: Uma perspectiva global
Palestrantes:
Prof. Neil Pearce - London School of Hygiene and Tropical Medicine
Profª. Estela Aquino – ISC/UFBA
Prof. Mauricio Lima Barreto – ISC/UFBA (Coordenador)
14h – Painel: Contribuição da pesquisa em Saúde Coletiva para o SUS
Palestrantes:
Prof. Moises Goldbaum – (FM/USP)
Prof. Reinaldo Guimarães – Fiocruz/RJ
Prof. Sebastião Loureiro – ISC/UFBA (Coordenador)
Dia 08/11
9h - Painel: Reflexões sobre a formação oferecida pelo PPGSC-ISC-UFBA
Palestrantes:
Prof. Naomar de Almeida Filho – ISC/UFBA
Prof. Eduardo Luiz Andrade Mota – ISC/UFBA
Profª. Mônica Oliveira Nunes – ISC/UFBA
Prof. Jairnilson Silva Paim – ISC/UFBA (Coordenador)
domingo, 25 de agosto de 2013
Projeto auxilia no tratamento e busca reduzir amputações em pacientes de diabetes
Até 70% das retiradas de membros inferiores estão ligadas ao diabetes, segundo consenso da Comunidade Médica Internacional
Um projeto piloto pioneiro na Bahia, desenvolvido por meio de uma parceria entre o Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC-Ufba), Hospital Ana Nery e secretarias de Saúde do Estado e Município, está unindo ações de atenção básica e especializada no tratamento e prevenção de úlceras nos pés dos pacientes de diabetes. A iniciativa envolve uma equipe multidisciplinar que foi capacitada por técnicos e pesquisadores do ISC, na Unidade de Saúde Santa Mônica, no bairro da Liberdade, em Salvador.
Doutor em Saúde Coletiva e professor do ISC, o sociólogo Marcelo Castelhano detalha o projeto, que está em funcionamento desde março deste ano. “Fizemos um trabalho de sensibilização e envolvimento dos profissionais, que receberam uma capacitação para incorporar o projeto de tratamento do pé diabético à prática cotidiana. A capacitação teve 20 horas de cursos que incluem cuidados e estratégias para detecção precoce e classificação de risco, com exercícios práticos para realização de exames”, disse.
O caminho no tratamento do pé diabético é o mais correto, segundo o especialista norte-americano em lesões em membros inferiores, Michael Child, que esteve em Salvador no último mês, para participar de um seminário internacional, promovido pelo Instituto de Saúde Coletiva da Ufba. Segundo ele, é preciso que haja um acompanhamento do pé diabético, dentro do Sistema de Atenção Básica à saúde. “Isso pode ajudar a evitar amputações e até mesmo óbitos. Muitas vezes, os profissionais não estão preparados e não têm como acompanhar os pacientes de pé diabético. Em alguns casos, até simples calos podem se tornar um grande risco para os portadores de diabetes”, disse o integrante do Sacramento Medical Center, da Califórnia, nos Estados Unidos.
É consenso entre a comunidade médica internacional, que a ligação entre a amputação de pernas e pés com diabetes seja de até 70% em casos no mundo inteiro. E em 85% dos casos, verifica-se a presença anterior de formação de úlceras nos pés dos pacientes.
Na opinião do médico e pesquisador Cícero Fidelis, que é mestre em Angiologia e Cirurgia Vascular, procedimentos como cirurgia vascular e assistência básica devem estar integradas. “Esse plano piloto, quando se propõe em integrar a atenção primária e um centro de referência ajuda a fazer com que sejam identificados problemas de forma que a prevenção e a cura possam reduzir o número de amputações e mortes”, disse.
Classificação de risco – No Brasil, estão avançados os entendimentos para a construção de um sistema de classificação de risco. Pesquisadores da Universidade de Saint Antonio, no Texas, Estados Unidos, já elaboraram uma escala, conforme explicou Fidelis. “Se um paciente diabético tem uma diminuição de sensibilidade maior apenas no pé, a chance de evoluir para uma ulcera é duas vezes maior. Se há deformidade, a probabilidade é 12 vezes maior e se a deformidade é de uma ulcera ou amputação cicatrizada, o risco é 36 vezes maior, segundo o estudo americano”, contou Fidelis.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Salvador Fest, um show de marketing
Gabriel Carvalho* (@gcarvalho79)
Que a classe média alta de
Salvador torce o bico para o Salvador Fest, evento inicialmente voltado para o
chamado povão, com atrações populares de ritmos como pagode baiano, samba,
funk, arrocha e afins, todos já sabiam. O auge do preconceito veio na última
edição após a morte da então “celebridade da periferia”, Kelly Ciclone, horas
depois da sua participação e ovação durante a festa.
Mas este ano foi diferente.
Um upgrade na grade de atrações e o
convite feito a celebridades, além da cobertura especial feita por diversos
veículos, dentre eles o site Ibahia, um dos mais respeitados do estado, ajudaram
o evento a dar uma guinada no que se refere à imagem de um produto.
As participações ilustres de
astros como Ivete Sangalo, Saulo Fernandes e os funkeiros da moda como a quase
cantora Anitta fizeram com que pessoas que jamais imaginávamos compartilhassem em
redes sociais fotos com seus nomes aliados ao slogan do evento: Fulano vai descer.
Se antes, os comentários
dessas mesmas pessoas associavam a relação do evento com a redução da
criminalidade no restante da cidade, no último domingo (14), foi só alegria.
Eram compartilhamentos em Facebook, Twitter e Instagram feitos até com certo
orgulho, tanto que a festa foi parar no Trend Topics local do Twitter,
considerada a mais intelectual das redes sociais digitais.
Tudo isso leva a uma
conclusão. A organização do evento adotou uma estratégia que beirou a
perfeição, pois atuou em parceria com veículos estratégicos, trouxe de fora
algumas pseudocelebridades para dar visibilidade nacional e colocou uma grade
que, na opinião de muitos, levou qualidade à festa.
Outra hipótese a ser
analisada é o fato de artistas considerados queridinhos da elite como Ivete
Sangalo - que também é do povão, vale ressaltar – e Saulo Fernandes estejam de
olho no importante mercado das classes C e D, que transformaram o rei do
arrocha, Pablo, em um dos artistas mais comerciais do estado e no mais novo
milionário da música baiana.
*Gabriel
Carvalho é publicitário, jornalista e especialista em Assessoria de Comunicação
Integrada e Redes Sociais.
domingo, 7 de julho de 2013
Ilhéus, terra do chocolate, Jorge Amado e belas praias
Catedral de São Sebastião - Foto: Gabriel Carvalho
O que Suíça e Bélgica têm a ver com a Bahia? De início a gente não pensa em nada, mas a resposta está num produto muito apreciado no mundo inteiro: o chocolate. Se os europeus têm no doce que representa o romantismo, um motivo para atrair visitantes, a Boa Terra não é diferente.
Dona da produção de 70% de todo o chocolate feito no Brasil, a Bahia tem um algo mais se comparada aos outros destinos.
Com um litoral de 1,1 mil km, a terra de todos-os-santos e também de Jorge Amado tem em Ilhéus o seu principal pólo produtor de chocolate, herança bendita da combalida economia cacaueira que sofreu um duro golpe nos anos 80 e 90 do século 20.
Muito além do chocolate, a cidade que também ficou por ser a terra de Gabriela, morena brejeira que foi criada por Jorge Amado, tem muitos outros atrativos que vão além do doce sabor da iguaria produzida a partir das amêndoas de cacau. A arquitetura da cidade, que tem prédios famosos como a catedral de São Sebastião, o Palácio Paranaguá, é um encontro com a história e com os tempos áureos da sociedade ilheense.
Alguns personagens do livro escrito por Amado em 1950 ainda habitam a cidade que possui lindas praias nos seus lados norte e sul como Olivença, Mamoã, Barramares, Batuba Beach, Milionários, dentre outras. Lugares descritos pelo escritor baiano mais conhecido no século passado também guardam um pouco das recordações da época dos barões e dos coronéis como o bar Vesúvio e o Bataclan, que hoje é um luxuoso restaurante, que abriga espetáculos e oferece uma boa comida. Há ainda as casas de cultura e arte, cine-teatro e as residências de Tonico Bastos, personagem de Gabriela e do coronel Misael Tavares.
O doce sabor e as antigas fazendas
Há dois anos, a Bahiatursa (Empresa de Turismo da Bahia) lançou o Rota do Chocolate, um roteiro especial que inclui visitas guiadas às fazendas de cacau, aldeias indígenas e fábricas de chocolate, além de passeios de barco.
Na Fábrica de Chocolate Caseiro de Ilhéus, por exemplo, é possível ver todos os processos de produção desde a seleção das amêndoas de cacau até a embalagem.
Foto: Tatiana Azeviche/Setur
Conhecida por servir de locação para as gravações da novela homônima, da TV Globo, a Fazenda Renascer é outra opção de visitação nos arredores de Ilhéus. Lá, além da apreciação da colheita e das caminhadas pelas barcaças (local usado para secagem das amêndoas), pode-se também fazer a degustação e experimentar um saboroso suco de cacau. Outras fazendas que podem ser visitadas são a Primavera e Yererê.
A agência de viagem Encantur comercializa pacotes para visitas às fazendas de cacau em Ilhéus. Mais informações: www.encantur.com.br
Os amantes do chocolate também têm mais motivos para visitar Ilhéus. Todos os anos, no mês de julho, a cidade sedia um Festival Internacional com cerca de 20 expositores, desde pequenos fabricantes de chocolate orgânico a indústrias consolidadas do produto. Além dos estandes comerciais, o evento também reúne apresentações de grupos e artistas consagrados da Música Popular Brasileira.
Como chegar
Terrestre - Pela BR-101 - Partindo de Salvador, capital da Bahia, a distância até Ilhéus é de 464 km. O primeiro trecho, pela BR-324, é de 100 km até Feira de Santana, e o restante pela BR-101 direto até Itabuna, de onde se chega a Ilhéus pela BA-262.
Pela BA-001 – Partindo de Salvador (Via Ferry-boat), seguir a partir do Terminal de Bom Despacho pela BA-001, passando por toda a Costa do Dendê e também pelos municípios de Camamu e Itacaré em linha reta até Ilhéus. Por essa estrada, a viagem é pelo menos duas horas mais curta que pela BR-101.
Aéreo - Aeroporto Jorge Amado
Rua Brig. Eduardo Gomes, s/n°, Pontal
Tel:(73) 3234-4000
www.infraero.com.br
Avianca
www.avianca.com.br
Azul
www.voeazul.com.br
Gol
Tel: 0300-789-2121
www.voegol.com.br
TAM
Tel: 4002-5700 e 0800-57-5700
www.tam.com.br
Mais informações
www.bahia.com.br
domingo, 20 de janeiro de 2013
Começou o ano mal
O resultado de vitória por 3 a 2, em um Pituaçu vazio, em
noite em que a principal atração da cidade era o Festival de Verão, colocou o
Bahia provisoriamente na liderança do seu grupo, na Copa do Nordeste e também
as barbas dos torcedores de molho para uma temporada que mal está começando e
que pode terminar mal.
Se dentro de campo o time, que não teve sequer tempo para uma
preparação decente, não agradou os pouco mais de 6 mil apaixonados pelas cores
azul, vermelha e branca, fora dele também decepciona outros milhões de enlouquecidos
que formam uma grande massa no estado e em todo o Brasil, por que não?
Episódio que tem que ser superado, a venda do promissor
Gabriel nos acorda do sonho de torcer para um time grande, mostrando a cruel
realidade de um gigante em termos de torcida e nanico no que se refere à sua administração.
Fatos como estes já narrados evidenciam e podem estar anunciando
uma tragédia para o fim de 2013.
Em um texto publicado pelo Blog IBahia FC, do Portal Ibahia,
o jornalista Elton Serra fala do fechamento da Fábrica de Ídolos, numa
referência à venda precoce de Gabriel. Eu ouso em ir mais além. Se a equipe já
não tem ídolos, também não tem um bom departamento de marketing e eu vou dizer
porque.
O clube erra em não repetir a numeração fixa adotada no
Brasileirão de 2011 e mantida no ano passado, pois embora os jogadores que aí
estão não tenham a qualidade técnica desejada, muitos deles possuem identificação
com a torcida e poderiam ajudar a comercializar as camisas oficiais do clube.
Eu creio que vários torcedores gostariam de comprar a camisa
31 de Marcelo Lomba ou a 22 de Tite. A número nove de Souza e a sete, de Fahel,
também teriam saída. Mas o que a diretoria fez? Nada... Simplesmente colocou um
time que conserva, em sua maioria atletas de 2012, com numeração de 2013.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Salvador sedia Fórum Internacional de Ciência e Tecnologia em Dengue
Evento reunirá especialistas do mundo inteiro na capital baiana
Especialistas brasileiros e estrangeiros estarão em Salvador do próximo domingo (25) até quarta-feira (28), para discutir estudos relacionados à dengue no mundo, sobretudo no Brasil. O IV Fórum Internacional de Ciência e Tecnologia em Dengue é coordenado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto de Saúde Coletiva da Ufba.
Mais de 20 convidados internacionais estão incluídos na programação do evento. Trata-se de pesquisadores de importantes instituições internacionais, a exemplo do CDC, dos Estados Unidos, Oxford, do Reino Unido/Vietnam, Opas, dentre outras.
Do Brasil, profissionais de saúde e pesquisadores de vários estados e instituições de pesquisa estarão presentes a exemplo da Ufba, Fiocruz, UFRJ, UFRS, UFRP, USP, UFCE, Instituto Evandro Chagas, além de secretarias Estaduais e Municipais da Saúde.
O objetivo do encontro é debater sobre o atual estágio do conhecimento no campo da epidemiologia, clínica e medidas de prevenção de dengue. “Ao identificar lacunas e avanços, o relatório deste evento disponibilizará informações relevantes que deverão contribuir para elaboração de agendas de pesquisas na área de Dengue, além de apresentar sugestões para o aprimoramento das ações de controle e tratamento da doença”, afirma a pesquisadora baiana Glória Teixeira.
Um dos temas deste evento será "Vacinas Candidatas Contra Dengue" que se encontram em fase adiantada de desenvolvimento. Além da comunidade acadêmica nacional e internacional participarão pesquisadores de algumas indústrias farmacêuticas que, certamente, trarão informações atuais sobre o estágio de desenvolvimento destas vacinas.
Situação de dengue na Bahia
O estado da Bahia registrou, até o mês de outubro deste ano, 68.414. casos de dengue, o que representou um aumento de 31,6% em relação ao ano de 2011.
Dos 417 municípios baianos, 96% notificaram casos de dengue nos seus territórios de abrangência. Salvador, Itabuna, Feira de Santana, Ihéus, Senhor do Bonfim, Guanambi, Serrinha, Jacobina, Jequié e Teixeira de Freitas concentram aproximadamente 45% dos casos do estado.
Destes 10 municípios Salvador ocupa o último lugar em relação a incidência acumulada da doença com 10,2 casos por 100 mil habitantes. Já os municípios de Senhor do Bonfim, Serrinha , Guanambi e Jacobina lideram o ranking de cidades com incidências acumuladas de 4210.31, 3357.12, 2096.77, 2085.73 casos por 100 mil habitantes, respectivamenta.
Na Bahia, 27 pessoas morreram vítimas da doença até outubro de 2012, sendo que quatro delas eram de Salvador.
Sistema na web criado pelo ISC-Ufba ajuda a monitorar os casos
A situação epidemiológica de dengue no estado da Bahia fortalece a necessidade de avançar com novas tecnologias de vigilância ativa da doença. O site Denguenaweb (www.denguenaweb.org), desenvolvido pelo Instituto de Saúde Coletiva e Instituto de Física da UFBA, implantado em novembro de 2011, continua em funcionamento contando com adesão de centenas de internautas de Salvador.
Conforme Glória Teixeira, a ferramenta ajuda a captar, em tempo real, informações sobre o comportamento da dengue na cidade. “Com a aproximação do verão, período no qual a transmissão do vírus do dengue se intensifica, a população deve ficar alerta para informar por meio do site se está ou não apresentando sinais e sintomas de dengue (febre, dor de cabeça, dores musculares, manchas vermelhas pelo corpo, etc). Desse modo, a população estará contribuindo para que através deste sistema de notificação seja possível alertar, precocemente à população e os serviços de saúde de as áreas onde a doença está ocorrendo visando intensificar as ações de combate ao mosquito transmissor”, afirma.
Veja dicas para evitar a proliferação do Aedes aegypti:
- Manter sempre as caixas d’água e toneis fechados com as tampas adequadas;
- Remover folhas, galhos e objetos que possam impedir a água de correr pelas calhas;
- Não deixar água de chuva acumulada na laje de casa;
- Lavar tanques semanalmente com escova e sabão;
- Colocar as garrafas com a boca voltada para baixo;
- Colocar areia nos vasos de planta;
- Entregar pneus velhos ao sistema de coleta de lixo ou mantê-los sem água acumulada em seu interior;
- Manter as lixeiras bem fechadas;
- Não jogar lixo em terrenos baldios;
Especialistas brasileiros e estrangeiros estarão em Salvador do próximo domingo (25) até quarta-feira (28), para discutir estudos relacionados à dengue no mundo, sobretudo no Brasil. O IV Fórum Internacional de Ciência e Tecnologia em Dengue é coordenado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto de Saúde Coletiva da Ufba.
Mais de 20 convidados internacionais estão incluídos na programação do evento. Trata-se de pesquisadores de importantes instituições internacionais, a exemplo do CDC, dos Estados Unidos, Oxford, do Reino Unido/Vietnam, Opas, dentre outras.
Do Brasil, profissionais de saúde e pesquisadores de vários estados e instituições de pesquisa estarão presentes a exemplo da Ufba, Fiocruz, UFRJ, UFRS, UFRP, USP, UFCE, Instituto Evandro Chagas, além de secretarias Estaduais e Municipais da Saúde.
O objetivo do encontro é debater sobre o atual estágio do conhecimento no campo da epidemiologia, clínica e medidas de prevenção de dengue. “Ao identificar lacunas e avanços, o relatório deste evento disponibilizará informações relevantes que deverão contribuir para elaboração de agendas de pesquisas na área de Dengue, além de apresentar sugestões para o aprimoramento das ações de controle e tratamento da doença”, afirma a pesquisadora baiana Glória Teixeira.
Um dos temas deste evento será "Vacinas Candidatas Contra Dengue" que se encontram em fase adiantada de desenvolvimento. Além da comunidade acadêmica nacional e internacional participarão pesquisadores de algumas indústrias farmacêuticas que, certamente, trarão informações atuais sobre o estágio de desenvolvimento destas vacinas.
Situação de dengue na Bahia
O estado da Bahia registrou, até o mês de outubro deste ano, 68.414. casos de dengue, o que representou um aumento de 31,6% em relação ao ano de 2011.
Dos 417 municípios baianos, 96% notificaram casos de dengue nos seus territórios de abrangência. Salvador, Itabuna, Feira de Santana, Ihéus, Senhor do Bonfim, Guanambi, Serrinha, Jacobina, Jequié e Teixeira de Freitas concentram aproximadamente 45% dos casos do estado.
Destes 10 municípios Salvador ocupa o último lugar em relação a incidência acumulada da doença com 10,2 casos por 100 mil habitantes. Já os municípios de Senhor do Bonfim, Serrinha , Guanambi e Jacobina lideram o ranking de cidades com incidências acumuladas de 4210.31, 3357.12, 2096.77, 2085.73 casos por 100 mil habitantes, respectivamenta.
Na Bahia, 27 pessoas morreram vítimas da doença até outubro de 2012, sendo que quatro delas eram de Salvador.
Sistema na web criado pelo ISC-Ufba ajuda a monitorar os casos
A situação epidemiológica de dengue no estado da Bahia fortalece a necessidade de avançar com novas tecnologias de vigilância ativa da doença. O site Denguenaweb (www.denguenaweb.org), desenvolvido pelo Instituto de Saúde Coletiva e Instituto de Física da UFBA, implantado em novembro de 2011, continua em funcionamento contando com adesão de centenas de internautas de Salvador.
Conforme Glória Teixeira, a ferramenta ajuda a captar, em tempo real, informações sobre o comportamento da dengue na cidade. “Com a aproximação do verão, período no qual a transmissão do vírus do dengue se intensifica, a população deve ficar alerta para informar por meio do site se está ou não apresentando sinais e sintomas de dengue (febre, dor de cabeça, dores musculares, manchas vermelhas pelo corpo, etc). Desse modo, a população estará contribuindo para que através deste sistema de notificação seja possível alertar, precocemente à população e os serviços de saúde de as áreas onde a doença está ocorrendo visando intensificar as ações de combate ao mosquito transmissor”, afirma.
Veja dicas para evitar a proliferação do Aedes aegypti:
- Manter sempre as caixas d’água e toneis fechados com as tampas adequadas;
- Remover folhas, galhos e objetos que possam impedir a água de correr pelas calhas;
- Não deixar água de chuva acumulada na laje de casa;
- Lavar tanques semanalmente com escova e sabão;
- Colocar as garrafas com a boca voltada para baixo;
- Colocar areia nos vasos de planta;
- Entregar pneus velhos ao sistema de coleta de lixo ou mantê-los sem água acumulada em seu interior;
- Manter as lixeiras bem fechadas;
- Não jogar lixo em terrenos baldios;
sábado, 20 de outubro de 2012
Arquiteto do “Lar Doce Lar” acompanha produção de artesanato em Maragojipinho-BA
Peças produzidas na Bahia são utilizadas em quadro do programa do
Luciano Huck (Foto: Rita Barreto/Setur)
As tradicionais peças de artesanato
produzidas na localidade de Maragojipinho, no município baiano de Aratuípe, na
região do Recôncavo, dão um toque especial nas reformas realizadas no famoso
quadro, Lar Doce Lar, do programa do Caldeirão do Huck, da Rede Globo. Nesta
sexta- feira(19), o designer responsável pela atração, Marcelo Rosenbaum, fez
uma visita ao local para ver de perto como as peças são produzidas, numa
iniciativa que contou com o apoio da Secretaria de Turismo do Estado(Setur) e
Sebrae.
Pela primeira vez no distrito baiano,
que fica há 222 quilômetros de Salvador, o designer apreciou a produção das
cerâmicas feitas pelos artesãos da comunidade em suas próprias olarias. Em
clima de descontração, Rosenbaum trocou idéias e até colocou a "mão na
massa" ou melhor "na argila" para vivenciar uma das etapas que
fazem parte do processo artesanal. A sensação de entusiamo e admiração ficou
estampada no rosto do designer, que elogiou o trabalho desenvolvido pelos artesãos
baianos.
A Superintendente de Serviços
Turísticos da Setur, Cássia Magalhães, ressaltou a importância do município
para a Produção Associada ao Turismo. "Temos um trabalho voltado para a
cadeia produtiva do turismo que será realizado pelo Prodetur e envolverá
a região da Baía de Todos-os-Santos. Queremos agregar o trabalho da cerâmica do
município com o destino turístico ", explicou.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Segundo dia da Flica, em Cachoeira, é sucesso de público e crítica
Toni Caldas, de Cachoeira (BA)
Em seu segundo dia, a Festa Literária Internacional de
Cachoeira (Flica) fez do Conjunto do Carmo o palco para literatura, música,
poesia e história. Pela manhã, a mesa
"Crônica e Literatura – Antagonismos e Fusões", com os escritores
Tabajara Ruas e Armando Avena, discutiu o lugar da crônica no mundo moderno e o
espaço da internet para um dos mais tradicionais gêneros da literatura
brasileira. O evento conta com o patrocínio do Governo do Estado, por meio da Bahiatursa.
À noite, a mesa "A Diáspora e seu Avesso", com os
professores João José Reis e Jaime Sodré, discute a história do negro na Bahia
Colonial do século XIX. À noite, a energia da programação musical, fica por
conta de Mateus Aleluia.
Pela tarde, a irreverência tomou conta dos visitantes de
Cachoeira com a mesa "Tropicalistas e Universais", uma homenagem aos
70 anos de Capinan. Em conversa
descontraída com Jorge Portugal, trajando meias azuis e sem sapatos, o
compositor baiano falou sobre a Tropicália e a sua importância para a cultura
brasileira.
Para Joice Rocha, estudante do Colégio Militar da Bahia, a
oportunidade de visitar Cachoeira pela primeira vez durante a Flica foi muito
interessante. "Pude ver de perto
uma das cidades mais antigas do Brasil e uma mesa muito divertida com Capinan
sobre a Tropicália. A cidade é um cenário perfeito para uma festa
literária".
Tropicália: o filme
A Bahiatursa patrocinou também o documentário “Tropicália”,
do diretor Marcelo Machado. O filme estreou em setembro no Brasil, e conta a
trajetória do movimento cultural que acabou por influenciar várias gerações.
Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Arnaldo Baptista, Rita Lee, dentre outros,
misturam tradições populares às novidades internacionais, com depoimentos
reveladores, raras imagens de arquivo embalados, é claro, por belas canções do período.
A Flica segue até o próximo dia 21 (domingo) e tem apoio do
Governo do Estado por meio das secretarias de Turismo e de Cultura e da Bahiatursa.
Para mais informações sobre a festa em Cachoeira, acesse: www.flica.com.br/programacao.
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