segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Análise global traz novidades sobre o uso de dados em marketing e publicidade no Brasil e no mundo
Campanhas de marketing e publicidade orientadas por dados, as chamadas DDMA (data-driven marketing and advertising, em inglês), foram objeto de um estudo global feito pela GDMA e peloWinterberry Group em parceria com a MediaMath, uma das maiores empresas de marketing programático do mundo. A pesquisa revela que, no último ano, os profissionais de marketing brasileiros se basearam significativamente mais em dados para aprimorar a performance de suas campanhas que nos anos anteriores.
O estudo anual está em sua terceira edição e traz uma análise comparativa entre mais de 3 mil profissionais de 18 mercados que têm utilizado o DDMA, com dados recolhidos entre julho e outubro de 2016. No Brasil, 785 entrevistados entre provedores de serviços de marketing, incluindo serviços de dados e agências, profissionais de marketing e anunciantes, participaram da pesquisa “Análise Global de Marketing e Publicidade Orientados por Dados”.
Entre as revelações feitas pelos brasileiros, 36,9% dos profissionais de marketing no Brasil aumentaram significativamente os investimentos com marketing e publicidade orientados por dados, em comparação com 26,3% no ano anterior. Quase dois terços dos entrevistados esperam aumentar os investimentos com publicidade digital em 2017, de acordo com o Gartner. Isto mostra que os profissionais de marketing estão otimizando seus orçamentos para múltiplos canais e executando mais campanhas omnichannel para aumentar o ROI.
Os dados estão agora no centro de todas as atividades de marketing e publicidade. No Brasil, o avanço da prática de DDMA será potencializada principalmente pela Internet das Coisas (41,3%), avanços gerais em marketing analytics/segmentação preditiva (39,7%) e avanços gerais em métricas de marketing, mensuração e atribuição (36%).
No Brasil 53,3% dos profissionais de marketing dizem que eles ou seus clientes avaliaram ou iniciaram avanços em métricas de marketing, mensuração e atribuição, no intuito de impulsionar o marketing e publicidade orientados por dados. Dessa forma, eles serão capazes de otimizar os resultados ao invés de analisar métricas de baixa relevância para o negócio.
“Com dados inéditos e atualizados sobre o DDMA, o mercado de marketing e publicidade pode se beneficiar com estratégias que permitem alcançar ótimos resultados. Estamos satisfeitos por fazer parte deste desenvolvimento, e queremos contribuir cada vez mais para que os profissionais de marketing do Brasil e do mundo utilizem dados para oferecer uma melhor experiência para o consumidor e melhor retorno de seus investimentos”, afirma Mario Rubino, Country Manager da MediaMath Brasil.
Para ter acesso ao estudo completo, acesse aqui
Sobre a MediaMath
Com sede em Nova York e 18 escritórios em cinco continentes, a MediaMath oferece tecnologias e expertise em marketing digital, para que os anunciantes possam conectar-se com seus consumidores individualmente e em alta escala, dentro de todo o espectro da mídia digital. O Sistema operacional TerminalOne de Marketing™ permite que os usuários personalizem a sua própria infraestrutura de tecnologia e alavanquem informações de mercado para o planejamento, execução, otimização e análise de programas de marketing digital, resultando em decisões mais inteligentes que otimizam seus negócios. Colaborando com as operações de milhares de empresas, incluindo 55% das citadas na Fortune 100, TerminalOne permite que seus usuários alcancem melhores resultados em todo o ecossistema da mídia digital.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Televisão perde prioridade em anúncios, aponta estudo da Bain & Company
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Televisão, internet e convergência
Há muito a TV aberta tem perdido telespectadores para vorazes concorrentes como a sua versão fechada e a internet, através de sites de compartilhamentos de vídeos como o You Tube e o Vimeo, que trazem consigo uma gama de produções independentes, vide o sucesso de canais como o Porta dos Fundos, Galo Frito e os de rappers e grupos musicais. Os celulares, tablets e computadores se tornaram os grandes controles remotos da segunda década dos anos 2000, com um número cada vez maior de usuários.
Recentemente, o Facebook modificou o sistema de visualização dos vídeos “upados” no site, afim de torná-los ainda mais compartilháveis e visualizados. Que lição as grandes redes podem tirar disso tudo? Creio que é a de que as pessoas admiram cada vez mais a ideia de se verem na tela. Seja nas selfies, nos filmes caseiros de aniversários, nos sites de compartilhamento de vídeos de sexo e por aí vai. Mas não é só isso. As TVs parecem que estão começando a escutar o recado dado nas redes sociais.
Há quatro anos, a Globo resolveu criar o Canal Viva, que é a sua versão retrô. Lá, o telespectador assiste a antigos programas, novelas e séries que foram sucesso num passado distante e em outro nem tão distante assim. Os índices de audiência surpreenderam e foram tão grandes que fizeram com que a própria Globo pinçasse alguns programas do Viva e o reativassem em seu canal principal. Exemplo disso é a Escolinha do Professor Raimundo, programa humorístico em que quase a totalidade de seu elenco já está no andar de cima e hoje está presente no Video Show, periódico que atravessava uma sangria de audiência quase irreversível.
Outra produção do século passado alçada ao primeiro escalão global, a novela Rei do Gado (1996) superou o seriado Malhação e encostou em Boogie Ogie no que se refere a audiência. Diante do exposto, cabe às emissoras, principalmente à Globo, que ainda é a principal no país (eu acho que dificilmente deixará de ser), repensar nos formatos e buscar no passado, sem deixar de olhar para o bonde que está passando, as soluções para o presente e futuro.
Ah, e só para não deixar de falar da Xuxa. Acho que a apresentadora do Viva continuará com mais sucesso que a recém contratada pela Record.
*Gabriel Carvalho é jornalista, publicitário e especialista em Assessoria de Comunicação Integrada e Redes Sociais
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
TAM lança canal próprio de compras coletivas
Agência Estado - A TAM lançou hoje um canal próprio de compras coletivas e fechou parceira com o portal SaveMe para a distribuição de ofertas no Brasil. Segundo comunicado da companhia aérea, o novo canal está disponível dentro do site Ofertas TAM e terá passagens aéreas nacionais e internacionais da companhia com preços especiais. Na estreia, são oferecidos trechos São Paulo-Ilhéus e Ilhéus-São Paulo com 78% de desconto.
"Compras coletivas são uma grande tendência, e passagens e pacotes de viagens são os segmentos de maior sucesso nesses sites", afirma Rodrigo Trevizan, gerente de Novos Canais da TAM.
Além do canal exclusivo da companhia aérea, as ofertas também estão disponíveis no mural do SaveMe. O SaveMe é um portal agregador de sites de compras coletivas. Ele está presente no Brasil, Argentina, Chile, México e Colômbia. Reúne 500 sites de compras coletivas e 30 clubes de compras, somando mais de 5 mil ofertas diárias. Segundo comunicado divulgado à imprensa, a cada mês, o SaveMe recebe 60 milhões de pageviews.
A TAM informa que cada oferta ficará disponível por um tempo determinado e exige um número mínimo de compradores para que seja efetivada. Os usuários podem acompanhar o tempo em que a promoção permanecerá no ar em contagem regressiva e a indicação de quantas pessoas já adquiriram a oferta. As passagens vendidas nesta modalidade também terão regras específicas de utilização, que devem ser conferidas pelo usuário ao efetuar a compra. Para acessar o serviço, é preciso acessar o site www.ofertastam.com.br e clicar na aba Compra Coletiva.
