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domingo, 15 de dezembro de 2013

Insatisfeitos, tricolores postam supostos uniformes da Adidas nas redes sociais

Insatisfeitos com as camisas fornecidas pela Nike/Netshoes, torcedores do Esporte Clube Bahia estão utilizando o site de relacionamentos Facebook para postar os uniformes desejados com a marca do principal concorrente da multinacional norte-americana de material esportivo: a Adidas. A empresa é a mesma que estampava a marca no manto tricolor em 1988, ano da conquista do Campeonato Brasileiro do clube.






Tricolores e brancas com detalhes em azul e vermelho, as camisas imaginárias tomaram conta das redes sociais neste sábado (14). Embora haja o desejo dos torcedores, a assessoria do Bahia não confirma negociação com a fornecedora alemã e, para atrapalhar os sonhos da massa, o clube tem um contrato de mais dois anos com a Nike.

Questões contratuais à parte, a verdade é que a insatisfação com a empresa americana é grande entre dirigentes e torcedores de Bahia, Coritiba e Santos. Com o tricolor baiano, a fornecedora de material esportivo cometeu uma série de gafes.

A primeira delas foi, em 2012, a quase repetição do uniforme número um da antiga fabricante, a Lotto. Antes disso, a Netshoes passou um período de quase três meses sem enviar as camisas, com o clube jogando com um material fabricado em um “fundo de quintal”. Em seguida, a Nike lançou o terceiro uniforme do time com uma camisa que mais parecia uma ponta de estoque do Arsenal, além de retardar ao máximo a divulgação do segundo padrão, que com a ausência da cor branca na camisa deixou muita gente frustrada.

No ano de 2013, a multinacional apresentou a camisa tradicional com diversas mudanças e, pouco tempo depois, um suposto uniforme com tons que estavam mais para rubro-negro do que tricolor surgiu na web, apressando o lançamento da camisa três, que possui um efeito dégradée nas  cores azul e rosa. Este exemplar, entretanto, é uma cópia idêntica da camisa do Freiburg FC, da Alemanha.



O pacote de trapalhadas da empresa com o time de maior torcida da Bahia em 2013 foi o vazamento da camisa tricolor, com mais de seis meses de atraso do lançamento – que sequer ocorreu.




Por fim, a empresa, que está no segundo ano – de um total de quatro – de contrato com o Bahia nem sequer cogitou o lançamento de uma camisa retrô, que faz bastante sucesso entre os torcedores e que até agora só tem versões piratas da Adidas.



domingo, 20 de janeiro de 2013

Começou o ano mal



O resultado de vitória por 3 a 2, em um Pituaçu vazio, em noite em que a principal atração da cidade era o Festival de Verão, colocou o Bahia provisoriamente na liderança do seu grupo, na Copa do Nordeste e também as barbas dos torcedores de molho para uma temporada que mal está começando e que pode terminar mal.

Se dentro de campo o time, que não teve sequer tempo para uma preparação decente, não agradou os pouco mais de 6 mil apaixonados pelas cores azul, vermelha e branca, fora dele também decepciona outros milhões de enlouquecidos que formam uma grande massa no estado e em todo o Brasil, por que não?

Episódio que tem que ser superado, a venda do promissor Gabriel nos acorda do sonho de torcer para um time grande, mostrando a cruel realidade de um gigante em termos de torcida e nanico no que se refere à sua administração.

Fatos como estes já narrados evidenciam e podem estar anunciando uma tragédia para o fim de 2013.

Em um texto publicado pelo Blog IBahia FC, do Portal Ibahia, o jornalista Elton Serra fala do fechamento da Fábrica de Ídolos, numa referência à venda precoce de Gabriel. Eu ouso em ir mais além. Se a equipe já não tem ídolos, também não tem um bom departamento de marketing e eu vou dizer porque.

O clube erra em não repetir a numeração fixa adotada no Brasileirão de 2011 e mantida no ano passado, pois embora os jogadores que aí estão não tenham a qualidade técnica desejada, muitos deles possuem identificação com a torcida e poderiam ajudar a comercializar as camisas oficiais do clube.

Eu creio que vários torcedores gostariam de comprar a camisa 31 de Marcelo Lomba ou a 22 de Tite. A número nove de Souza e a sete, de Fahel, também teriam saída. Mas o que a diretoria fez? Nada... Simplesmente colocou um time que conserva, em sua maioria atletas de 2012, com numeração de 2013.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Em ato falho, locutor chama Pituaçu de Fonte Nova

Na vitória do Bahia por 2 a 0 diante do Botafogo, no Estádio Governador Roberto Santos, mais conhecido como Pituaçu, uma narração passou despercebida pela imprensa, principalmente a local. O experiente locutor da TV Globo, Luiz Roberto, ao narrar o gol de Helder, o segundo do triunfo tricolor, chamou o estádio de Pituaçu de Fonte Nova. A maioria dos cronistas esportivos sabe que esse é o maior desejo dos torcedores do Bahia, mas, pelo que todos sabem, o Octavio Mangabeira só deve ser reaberto mesmo em 2013.
Clique aqui e assista a narração.