quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Televisão perde prioridade em anúncios, aponta estudo da Bain & Company
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Televisão, internet e convergência
Há muito a TV aberta tem perdido telespectadores para vorazes concorrentes como a sua versão fechada e a internet, através de sites de compartilhamentos de vídeos como o You Tube e o Vimeo, que trazem consigo uma gama de produções independentes, vide o sucesso de canais como o Porta dos Fundos, Galo Frito e os de rappers e grupos musicais. Os celulares, tablets e computadores se tornaram os grandes controles remotos da segunda década dos anos 2000, com um número cada vez maior de usuários.
Recentemente, o Facebook modificou o sistema de visualização dos vídeos “upados” no site, afim de torná-los ainda mais compartilháveis e visualizados. Que lição as grandes redes podem tirar disso tudo? Creio que é a de que as pessoas admiram cada vez mais a ideia de se verem na tela. Seja nas selfies, nos filmes caseiros de aniversários, nos sites de compartilhamento de vídeos de sexo e por aí vai. Mas não é só isso. As TVs parecem que estão começando a escutar o recado dado nas redes sociais.
Há quatro anos, a Globo resolveu criar o Canal Viva, que é a sua versão retrô. Lá, o telespectador assiste a antigos programas, novelas e séries que foram sucesso num passado distante e em outro nem tão distante assim. Os índices de audiência surpreenderam e foram tão grandes que fizeram com que a própria Globo pinçasse alguns programas do Viva e o reativassem em seu canal principal. Exemplo disso é a Escolinha do Professor Raimundo, programa humorístico em que quase a totalidade de seu elenco já está no andar de cima e hoje está presente no Video Show, periódico que atravessava uma sangria de audiência quase irreversível.
Outra produção do século passado alçada ao primeiro escalão global, a novela Rei do Gado (1996) superou o seriado Malhação e encostou em Boogie Ogie no que se refere a audiência. Diante do exposto, cabe às emissoras, principalmente à Globo, que ainda é a principal no país (eu acho que dificilmente deixará de ser), repensar nos formatos e buscar no passado, sem deixar de olhar para o bonde que está passando, as soluções para o presente e futuro.
Ah, e só para não deixar de falar da Xuxa. Acho que a apresentadora do Viva continuará com mais sucesso que a recém contratada pela Record.
*Gabriel Carvalho é jornalista, publicitário e especialista em Assessoria de Comunicação Integrada e Redes Sociais
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Ninguém joga só com o nome
sábado, 15 de outubro de 2011
O Pan de Guadalajara e a invasão dos lares brasileiros
Poucos sabem, mas os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (2011) estão a todo o vapor. Neste sábado (15), o Brasil conquistou o seu primeiro ouro com a natação, o que pode representar uma participação coroada com muitas medalhas.
Apesar disso, volto a repetir, poucos no país sabem que o palco do tricampeonato mundial brasileiro em 1970 é a sede do principal conjunto de competições esportivas das Américas. E por que será que poucos têm conhecimento? O Pan não está passando na TV? Sim, está na Rede Record, está nos jornais e nos principais veículos de comunicação, entretanto a grande massa desconhece isso.
Jornalistas, publicitários e outros formadores de opinião conhecem e aplaudem a qualidade e o talento dos profissionais da Record, emissora que mais cresce no Brasil. Apesar disso, não há como esconder que a sua grande rival, a Globo, é dona de uma fórmula que reúne boa comunicação e da penetração entre as massas.
Basta ver a exibição das dezenas de edições do dantesco Big Brother Brasil, onde pessoas como eu, que odeiam esse programa, ficam por dentro de todos os assuntos do Reality Show que representa um espetáculo de horrores diariamente durante o verão. Com a Seleção Brasileira de futebol é a mesma coisa. De quatro em quatro anos, somos contaminados com uma injeção de patriotismo exacerbado e nos vestimos com a camisa do time canarinho, esquecemos os problemas e presenciamos um Jornal Nacional com 70% das suas matérias só voltadas para o time do Brasil, 20% relacionadas às outras seleções e 10% voltadas para os temas jornalísticos factuais.
Claro que a conta citada acima é empírica, mas essa é a sensação que temos quando assistimos à programação da emissora carioca durante as copas.
Voltando ao Pan, lembramos que se a Globo estivesse transmitindo os jogos, fatalmente seriamos interrompidos na hora da novela para ver a conquista de mais uma medalha, o mesmo acontecendo durante a exibição de um filme ou de um programa qualquer. Ou seja, seriamos invadidos pelo sentimento de brasilidade e estaríamos acompanhando o quadro de medalhas com mais interesse nos grandes portais de internet, no jornal e na TV, tanto é que a diração do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), faz seu mea culpa, mas pisa em ovos com relação a Record.
Apesar da pouca exposição do Pan entre as grandes massas, o que nos resta é torcer para que o Brasil tenha uma participação melhor que a de 2007 no Rio de Janeiro.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Globo lançará canal por assinatura para crianças
A ideia é apostar em programação para a faixa que vai de 3 a 10 anos de idade. O Gloob --cujo nome foi escolhido para fazer alusão à marca Globo-- já está sendo negociado com Net e Sky.
