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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Entrevista: Cleo Cadilac

 Cléo Cadilac com fã em praia de Salvador


Aos 28 anos de idade, Cleo Cadillac exibe uma bela forma, do jeito que o brasileiro gosta. São 110 cm distribuídos em um belo bumbum, que exibe uma pomposa marca de biquíni. Nesta entrevista, a loira colocou muita pimenta em diversos assuntos sem fugir das polêmicas.

Quem é a Cleo Cadillac?

É uma jornalista diplomada, afilhada de batismo da Rita Cadillac, que nasceu no interior de Goiás e hoje mora em São Paulo.

O que você tem feito? Sei que já posou para a Sexy e também fez alguns filmes...

Hoje faço alguns shows de strip e também presença VIP em eventos. Ao todo foram dez cenas gravadas, que renderam dez filmes.

Ganhou muita grana?

Sim, mas já gastei tudo (risos).

Como assim, não tem filme que paga R$ 500 mil de cachê?

Isso é uma mentira que as pessoas contam para se promover. Hoje não há revista e nem filme que paguem tanto assim. Quem disser que ganhou isso está mentindo.

Mas com o que você gastou o dinheiro?
Com viagem, com os meus cabelos e com algumas pequenas intervenções...

O que, plástica?
Sim, mas tem Salão também... loira gasta meu bem!

Que plásticas, esse bumbum (de 110cm) é fake?
Esse não. Aqui é tudo meu. Mas eu coloquei mais peito (200ml de silicone), fiz uma lipoaspiração...

Rola muito assédio?
Sim. Lá em São Paulo é demais. Não sabia que existia tanto punheteiro e nos shows os caras ficam fazendo propostas e tal. Aqui na praia, por exemplo, está uma loucura... (risos)

E farra, você é baladeira?
Não. Sou mais do dia, gosto de sol, de praia e, para manter a marquinha de biquíni, faço duas seções de bronzeamento (artificial) por semana.

Sobre os filmes, você sentia prazer?
Sim, algumas vezes sim... Fiz até uma cena com uma mulher que foi bem interessante...

Teve algum ator preferido?
Não, não tive.

Alguma coisa que não tivesse gostado?
Olha, para fazer sexo anal, eu tomava muito vinho... ia meio bêbada. Também não gostava de cena com gozada na boca.

E a Rita (Cadillac), o que achou dos seus filmes?
Nem ela viu meus filmes e nem eu quis ver os dela. É questão de respeito...

Você se arrepende?
Olha, é o tipo da coisa que a gente faz por causa de empresário, para ganhar fama e tal, mas não me arrependo não.

E a família?
Contei pra minha mãe mandando um torpedo pelo celular. Ela ficou chateada, mas me perdoou.

E o jornalismo?
Não cheguei a me firmar, mas fui uma boa aluna na faculdade lá do Paraná. Penso em fazer uma pós na área.

Você está solteira? Qual seu tipo de homem preferido?
Estou sim e gosto de negões (risos). Só tive duas grandes paixões, mas nenhum era um negão. Espero que o próximo seja (risos)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Entrevista Márcia Imperator

Aos 37 anos, a atriz e estrela de filmes eróticos, Márcia Imperator continua em belíssima forma. Afastada dos filmes por opção própria há três anos, ela se divide entre os dias de sossego em Florianópolis, onde mora, e os shows que faz por todo o país, especialmente em São Paulo, onde tem um público cativo. Mulherão sem ser bombada, Márcia admite que não gosta muito de malhação e confessa que se rendeu à academia faz pouco tempo. Nesta entrevista exclusiva ao BLOG DIÁRIO DE UM FELA DA GAITA, a atriz, que já trabalhou como faxineira e também na roça (Ah lá em casa!!) fala sobre a carreira, a relação com a família, as performances nos filmes e as propostas indecentes que recebeu. Por Gabriel Carvalho.

DIÁRIO DE UM FELA DA GAITA – Quem é a Márcia Imperator? O que ela fazia antes da fama?

MÁRCIA IMPERATOR - Antes de tudo, eu trabalhava na roça, depois atuei como faxineira, babá, garçonete, ajudante de cozinha, trabalhei em vários trabalhos, digamos assim... normais. Um dia aconteceu de trabalhar pro Sérgio Mallandro, fiz uns episódios do Zorra Total, me inscrevi no BBB, até aparecer o João (Kléber), onde me projetei.

DFG – E agora, o que você tem feito?

MI- Atualmente estou mais tranqüila, moro em Florianópolis, com minhas (três) filhas, e faço shows de streap tease, onde tenho minha agenda, São Paulo, Brasília, Mato Grosso...

DFG- Quantos filmes eróticos você fez?

MI – Ih... não faço a menor idéia (risis), porque é assim: a gente gravava dez cenas e isso poderia ser distribuído em dez filmes, então não dá pra contar.

DFG – Nesse período você gravou com vários atores, há algum deles que você tenha gostado mais?

MI- Não. Eu gravei com o Roger, Mateus Carrieri, com outros. Tem uns que já sabiam como o outro age nas cenas), mas havia uns preferidos como o Roger.

DFG – Rolou alguma coisa a mais com algum deles?

MI- Não ! Cada um pegava seu carro e ia embora.

DFG – Foi rentável financeiramente fazer os filmes?

MI- Eu fiz pela grana. Não me arrependo. Na época – vou ser bem sincera – não tinha um sapato para por no pé. Hoje eu tenho minha casa, meu carro, movimento as minhas coisas da forma que eu quero e isso também me ajudou muito para que hoje possa negociar cachês melhores para os meus shows. Poderia estar melhor, mas não tive um bom empresário...

DFG – Você acha que o empresário se aproveita?

MI- Todas as vezes. Eu não posso generalizar, mas eu não dei sorte com empresários. Hoje todo mundo quer se dar bem às nossas custas. Eu não vou citar nomes, mas hoje tenho duas pessoas que vendem meus shows, mas que não são meus empresários. É melhor estar sozinha do que mal acompanhada.

Arquivo pessoal/Facebook

DFG- Rolou algum mal estar com a família por causa dos filmes?

MI- Não. Eu conversei com a minha família antes, aí todos me apoiaram e entraram na luta comigo, sabendo do que se tratava. Eu odeio mentiras, prefiro deixar tudo claro.

DFG- Você estava com alguém na época? Como ele reagiu?

MI- Eu estava com uma pessoa, ele até tentou gravar uma cena comigo, mas como não era ator, ele não foi bem. Sempre rola um ciúme por conta do assédio, principalmente nas baladas.

DFG – Como é esse assédio na rua?

MI- Meus fãs acompanharam minha carreira desde o programa do João Kléber e isso é normal.

DFG- E você já saiu com algum fã?

MI- Já. Eu sou de carne e osso.

DFG- Durante os shows que você faz, você recebe propostas indecentes? Já aceitou alguma?

MI- Já, várias... mas não aceitei. Já prometeram carro, casa, muitas coisas.

DFG – Desde 2007 que você não filma. Você voltaria a gravar.

MI- Olha, quem fez um faz mil. Se pintar uma proposta que valha a pena, eu faço sim.

DFG – Havia prazer nas filmagens?

MI- Eu procurava o meu orgasmo. Quando eu assistia alguns filmes, eu achava ridículo as mulheres que fingiam.

DFG – Você chegou a dizer que jamais filmaria com o Kid Bengala, mas acabou filmando...

MI- Não era a minha vontade, mas ofereceram uma proposta legal e eu ainda não to louca para recusar dinheiro. Acabou sendo tranqüilo, bacana...

DFG – Muitas cenas você fez sem camisinha...

MI- Na verdade todas. Havia teste de HIV o tempo todo e a gente mantinha essa rotina. Tem muitas histórias complicadas em que as pessoas pegam doenças em casa através do marido ou da esposa... Apesar disso, eu oriento minhas filhas a usarem preservativo. Ás vezes é mais seguro fazer um filme sem camisinha do que ser na noite e conhecer alguém.

DFG – Você está com alguém?

MI- Estou solteira, precisando de um namorado (risos). O problema é que nem todos aceitam o meu trabalho.

DFG – Qual sua rotina?

MI- Eu comecei a malhar agora e adoro um bronzeamento artificial. Fiz duas próteses de silicone (nos seios) e fiz uma lipoaspiração pequena nas pernas.

DFG – Você já teve um rolo com um famoso muito cobiçado. O cara é isso tudo mesmo?

MI- Digamos assim: ele não é o que parece ser (gargalhadas).